Anúncio

Material escolar está mais caro em 2026: veja dicas para economizar

Anúncio

Resumo Aproximação do ano letivo de 2026 preocupa pais devido ao aumento de 7% nos preços do material escolar. Economista Nadja Heiderich aponta inflação e valorização do dólar como fatores para o aumento.

Foto: Freepik

A aproximação do início do ano letivo de 2026 traz preocupações para pais e responsáveis com os gastos relacionados ao material escolar. Segundo dados da Associação Brasileira de Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (Abfiae), os preços dos itens da lista apresentaram um aumento médio de 7% em comparação a 2024.

A economista e professora da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), Nadja Heiderich, explica que esse aumento é atribuído a diversos fatores, incluindo a inflação, a elevação dos custos de matérias-primas e a valorização do dólar. A inflação anual no Brasil fechou 2024 em 4,83%, ligeiramente acima do limite superior da meta estabelecida pelo Banco Central.

Ainda segundo a professora da FECAP, os custos de produção de artigos escolares também sofreram acréscimos devido ao aumento nos preços de matérias-primas como papel e tinta, além da valorização do dólar, que encareceu produtos importados. Itens como cadernos e livros didáticos também tiveram reajustes significativos, com aumentos de 6,31% e 9,65%, respectivamente.

Na opinião da professora Nadja, com planejamento e pesquisa, é possível minimizar os impactos dos aumentos nos preços do material escolar no orçamento familiar. Para economizar na compra do material escolar, pais e responsáveis podem adotar as seguintes estratégias:

• Pesquisar preços em diferentes lojas, incluindo online: comparar valores pode revelar diferenças significativas entre estabelecimentos físicos e virtuais.

• Optar por marcas mais acessíveis: marcas menos conhecidas podem oferecer qualidade semelhante a preços mais baixos.

• Aproveitar promoções e descontos: muitas lojas oferecem condições especiais durante o período de volta às aulas.

• Reutilizar materiais do ano anterior: avaliar o estado de itens já utilizados pode reduzir a necessidade de novas compras.

• Participar de compras coletivas ou trocas: grupos de pais podem se organizar para compras em atacado ou troca de materiais em bom estado.

“É importante estar atento às listas de materiais fornecidas pelas escolas. A legislação brasileira proíbe a exigência de itens de uso coletivo, como produtos de higiene e limpeza, nas listas de material escolar”, completa Nadja.

(*) inspira transformação no mundo do trabalho, nos negócios, na sociedade. É criação da Compasso, agência de conteúdo e conexão.

Anúncio

Anúncio

Notícias em Destaque
gameIcongameIcon
Veja como trabalhar nas 4 populares fábricas de Mairinque, Etruria, Fiore, Bio Service e Fiorella
gameIcongameIcon
RS abre licitação para contratação de serviços de wi-fi para 600 escolas estaduais
gameIcongameIcon
Multinacional Akzo Nobel tem vagas abertas para São Roque, Mauá e Itupeva
gameIcongameIcon
MEC anuncia cronograma do Prouni e Fies do primeiro semestre de 2026
gameIcongameIcon
Enem 2024: quando sai a nota dos treineiros e o espelho da redação?
gameIcongameIcon
Aeroporto Catarina está contratando profissionais para setor de aeroportos e serviços, sem experiência
gameIcongameIcon
Cases com magnetizadores são opção à proibição de celulares nas escolas
gameIcongameIcon
Programa de empregabilidade abre 806 vagas em diversas áreas; veja como se candidatar
gameIcongameIcon
Inscrições para o Sisu 2026: como funciona seleção unificada de universidades para participantes do Enem
gameIcongameIcon
Livro do fim da década de 1940 inspirou Big Brother? Entenda
gameIcongameIcon
Sisu 2026: inscrições abrem nesta sexta-feira; saiba como fazer
gameIcongameIcon
Palmeiras lidera as apostas para o Campeonato Paulista 2026: veja odds e análise completa

Anúncio